Poderoso para qualquer pessoa. Controlado para a empresa.
O Imaginne foi desenhado para ser adotado por uma organização — não por um usuário com cartão de crédito. Identidade, isolamento, governança e operação fazem parte do produto, não de um anexo.
Identidade corporativa
Cada organização entra com a própria identidade: single sign-on, papéis e perfis definidos pela empresa. Ninguém cria conta avulsa com cartão de crédito.
Detalhes técnicos
Autenticação OIDC com PKCE por organização. Clientes de terminal usam device-code flow (RFC 8628) — nenhuma senha digitada fora do navegador.
Acesso governado
O que cada pessoa pode usar — integrações, skills, agentes, modelos — é decidido pela organização, por perfil. O Imaginne obedece; não improvisa.
Detalhes técnicos
Ferramentas de integração só são carregadas quando ativas para organização, usuário e superfície. Capacidades sensíveis são fail-closed: sem permissão explícita, a ferramenta nem existe para o modelo.
Credenciais gerenciadas
Chaves de API, senhas de banco e segredos de integração ficam num cofre central da organização — nunca numa conversa, nunca num prompt.
Detalhes técnicos
Segredos são escopados por organização, vinculados às skills e agentes que os declaram e resolvidos pela plataforma no momento da execução, com escopo por etapa. Deleção é bloqueada enquanto houver referência.
Identidade delegada nos dados
Quando o Imaginne consulta os dados da empresa, ele consulta como o usuário — com as permissões daquele usuário. Quem decide o que cada pessoa vê é o seu banco, não a IA.
Detalhes técnicos
Token exchange OIDC: a consulta chega ao data plane com a identidade delegada do usuário final, e o controle de acesso do próprio banco é quem responde.
Execução isolada
Todo código e toda análise rodam num ambiente de execução isolado e descartável — separado dos seus sistemas e dos outros usuários.
Detalhes técnicos
Sandbox com isolamento de kernel (gVisor), filesystem raiz read-only, egress de rede restrito por política e workspace efêmero por execução.
Modelos sob o seu controle
Use os modelos da plataforma ou traga as próprias chaves (BYOK). A organização define qual modelo cada perfil usa — e pode trocar sem reensinar ninguém.
Detalhes técnicos
BYOK é escopado por organização. Atribuição de modelo por usuário ou perfil, aplicada no gateway — o fornecedor fica abstraído das superfícies.
As perguntas que a sua TI vai fazer
Como os usuários se autenticam?
Via OIDC com PKCE, com identidade por organização. Web e desktop autenticam pelo navegador; clientes de terminal usam device-code flow (RFC 8628). Não existe senha própria do Imaginne para gerenciar.
Onde ficam as credenciais das nossas integrações?
Num cofre central escopado pela organização. São vinculadas às skills e agentes que as declaram e injetadas pela plataforma só no momento da execução. Não passam pela conversa e não ficam visíveis para o modelo além do necessário à etapa.
O que acontece quando o Imaginne executa código?
A execução roda num sandbox isolado com isolamento de kernel (gVisor), filesystem raiz read-only e saída de rede restrita por política. O workspace é efêmero: termina a execução, termina o ambiente.
Com qual identidade o Imaginne acessa nossos dados?
Com a identidade delegada de cada usuário, via token exchange OIDC. As permissões que valem são as do seu banco de dados — se o usuário não pode ver uma tabela, o Imaginne também não pode.
Quem controla quais integrações e capacidades estão ativas?
Os administradores da organização, por perfil e por superfície. O comportamento é fail-closed: uma capacidade não habilitada simplesmente não é carregada.
Podemos usar nossas próprias chaves de modelo?
Sim. BYOK é escopado por organização, com atribuição de modelo por usuário ou perfil aplicada no gateway. Dá para começar com os modelos da plataforma e migrar depois — as superfícies não mudam.